Carreira, Evento, Resenha

Resenha do último dia do TDC SP 2015

image

Panorâmica do stands do The Developer's Conference SP 2015

Pela 4ª vez consecutiva pude participar do maior evento para desenvolvedores do Brasil, o The Developer’s Conference em São Paulo – SP. Esse ano tive a prazerosa companhia de outras 5 pessoas que também saíram de Ararquara – SP e São Carlos – SP e investiram um pouco do seu tempo e dinheiro para fazer algo diferente, já que era a primeira participação de todos.

Segundo dados da organização, o evento na capital de SP que abrigou 40 trilhas de diversos temas, tendo trilhas para crianças e jovens, teve mais de 3000 inscrições presenciais, além de inscrições online para assistir a trilha Stadium, que foi transmitida gratuitamente ao vivo pela internet.

Quem participou da trilha Stadium, presencialmente ou online, pode saborear um pouco de tudo, uma vez que essa trilha é uma mistura de todas as trilhas que acontecem a cada dia. Ou seja, uma palestra de cada uma das trilhas do dia acontece na trilha Stadium. No sábado, houve palestras sobre Java, PHP, Phyton, Ruby, .NET, Internet das Coias, Impressão em 3D e Games.

Na trilha Java, na qual me inscrevi, o dia começou com uma palestra da dupla Bruno Souza, o JavaMan, e Edson Yanaga sobre os últimos e os próximos anos da plataforma. Como ela mudou a nossa vida e o mundo, o fato do código ser aberto, a relação com o Brasil, as novidades do Java 8 e 9, como expressões lambda, cloud computing e modularização, e os desafios em relação as melhorias de segurança e resoluções de bugs.

Em seguida, Bruno Borges apresentou os benefícios da cloud computing em relação ao tempo e o custo, os itens que podem transformar sua aplicação e os serviços cloud da Oracle para aplicações Enterprise (EE) e, a novidade, para aplicações Standard (SE).

Infelizmente não consegui assistir a palestra do Marco A. Maciel sob o tema “Java 8 rodando em 256 KB de RAM!”. Essa palestra dividiu o horário com a palestra do Vinícius M. Senger, que exibiu seus projetos de Internet das Coisas usando Java.

Douglas Campos não utilizou slides e surpreendeu a demonstrar domínio sobre performance, uso de memória, Garbage Collector, entre outros itens da JVM (Java Virtual Machine).

Fabio Velloso e o commiter Java, Otávio G. de Santana, também dividiram um dos horários. Fabio apresentou o uso do Spark e a situações em que seu uso é mais adequado para big data, assim como o uso em conjunto com expressões lambda do Java 8. Em seguida, Otávio destacou as especificações e recursos que estão sendo planejados e desenvolvidos para a versão 9 e futuras versões do Java, assim como os bugs corrigidos na versão 8 e as melhorias de performance.

Quase terminando o dia, Adam Brandizzi que trabalha com o módulo de calendário do Liferay Portal, explanou sobre os paradigmas de fusos horários para software, assim como demonstrou a nova API de tempo do Java 8, concebida sob o pacote java.time.

O último horário da trilha Java foi mais um divido em duas palestras. Felipe Mamud e Raphael H. R. de Almeida demostraram os princípios da programação reativa e, por fim, Yago Silva indagou sobre internacionalização e localização em sistemas e demonstrou o que está por vir com a nova API monetária, prevista para a versão 9 do Java, inclusive a preocupação com as moedas virtuais, como por exemplo a Bitcoin.

Os intervalos do evento serviram para conversar com o pessoal da caravana e obter suas percepções do evento até aquele momento e com as pessoas que participavam do evento e dos stands. Embora o evento contasse com stands de empresas como Google, Microsoft, IBM, Red Hat e UOL, no último dia de evento, quanto mais tarde menos se encontrava alguém da respectiva empresa para conversar. O stand da Google, por exemplo, me pareceu vazio o dia todo. Este fato pode ser compreensível, uma vez que as pessoas podem estar cansadas após 5 dias de evento. Contudo, muitos participantes só podem despender do sábado para participar do evento e esperam encontrar representantes das empresas conhecê-las.

Em resumo, o evento foi excelente. Uma oportunidade de adquirir mais conhecimento, fazer networking, engajar pessoas, rever conhecidos, renovar-se e até mesmo passear.

E você, foi no The Developer’s Conference? O que achou?

Anúncios
Padrão

Um comentário sobre “Resenha do último dia do TDC SP 2015

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s